NR-17 e Análise Ergonômica do Trabalho: sua empresa está em conformidade?

A ergonomia é frequentemente tratada como um detalhe ou uma preocupação estética. No entanto, ela é uma das principais aliadas da produtividade, da saúde dos colaboradores e da redução de custos com afastamentos.

A NR-17, Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho, estabelece diretrizes claras sobre ergonomia no ambiente corporativo. Um dos pontos centrais dessa norma é a necessidade de realização da AET (Análise Ergonômica do Trabalho) sempre que as condições de trabalho exigirem ajustes às características dos trabalhadores.

Neste artigo, você vai entender o que é a AET, quando ela é obrigatória, quem pode realizá-la e como ela pode gerar ganhos reais para sua empresa.

O que é a NR-17?

A NR-17 trata da adaptação das condições de trabalho às características físicas e mentais dos colaboradores. Seu objetivo é proporcionar conforto, segurança e desempenho eficiente, prevenindo lesões, doenças ocupacionais e acidentes.

Um dos seus principais instrumentos é a Análise Ergonômica do Trabalho, um estudo técnico que avalia como as atividades realizadas impactam o corpo e a mente dos trabalhadores. A partir dessa análise, são propostos ajustes e melhorias que vão desde mudanças em mobiliário e layout até alterações na organização do trabalho.

O que é a AET e quando ela é obrigatória?

A Análise Ergonômica do Trabalho deve ser realizada sempre que houver riscos relacionados à ergonomia, especialmente em situações que envolvam:

Movimentação manual de cargas

Posturas forçadas ou inadequadas

Sobrecarga muscular

Ritmos intensos ou repetitivos

Ambientes com grande esforço físico ou mental

A AET pode ser exigida em auditorias do Ministério do Trabalho, em perícias trabalhistas ou como documento complementar na defesa da empresa em ações judiciais. Além disso, é um componente técnico essencial para o correto preenchimento do evento S-2240 do eSocial.

Benefícios práticos da AET para sua empresa

A AET não é apenas uma exigência legal. Ela traz benefícios diretos e mensuráveis para a organização, como:

Prevenção de doenças ocupacionais, como LER/DORT e distúrbios osteomusculares

Redução de afastamentos e do absenteísmo

Melhoria da produtividade e do bem-estar da equipe

Redução de custos com saúde ocupacional e passivos trabalhistas

Fortalecimento da cultura organizacional voltada à segurança e saúde

Além disso, empresas que investem em ergonomia ganham em reputação e atraem profissionais mais qualificados, valorizando seu ambiente interno.

Quem pode elaborar uma AET?

A Análise Ergonômica do Trabalho deve ser realizada por profissionais legalmente habilitados, com formação e qualificação específica em ergonomia. Entre os especialistas autorizados estão:

Engenheiros de Segurança do Trabalho

Médicos do Trabalho

Fisioterapeutas do Trabalho com especialização em ergonomia

A escolha do profissional adequado garante a validade técnica e legal do documento, além de assegurar que as recomendações sejam viáveis e eficazes.

O papel da Medsegt na gestão ergonômica

A Medsegt atua com foco em ergonomia preventiva e estratégica. Nosso serviço de AET é conduzido por especialistas experientes, com formação técnica e sensibilidade para adaptar as exigências legais à realidade da sua empresa.

Oferecemos:

Elaboração completa da AET com base na NR-17

Exames e laudos complementares para jovens aprendizes, estagiários e efetivos

Treinamentos práticos voltados à postura, movimentação e organização do trabalho

Adequação técnica para conformidade com o eSocial

Acompanhamento personalizado, com foco em prevenção e bem-estar

Conclusão

A ergonomia não é um detalhe: é uma exigência legal e uma vantagem competitiva. Implementar a AET corretamente protege sua empresa contra riscos jurídicos, reduz custos com saúde e aumenta a qualidade de vida no ambiente de trabalho.

Fale com a Medsegt e tenha ao seu lado profissionais qualificados, abordagem humanizada e foco total na conformidade com a NR-17.

Certificado de Treinamento: é mais que papel?

Quando o assunto é saúde e segurança do trabalho, um dos elementos mais subestimados — mas absolutamente fundamentais — é o certificado de treinamento. Longe de ser apenas um documento de prateleira, ele representa uma proteção jurídica real para empresas e profissionais em caso de acidentes e fiscalizações.

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